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13 de fevereiro de 2016

NO MEIO DO NADA


Dia pacato
com gosto de vento insano
de chuva anunciada
de gente esperando um acontecimento
para ter o que falar...
As horas tocam flauta
para espantar as moscas vadias
desta tarde cinzenta...
Eu aqui sozinha
sem horizonte
querendo muito
ser aroma de alfazema
e embarcar numa onda vibratória
para chegar rapidamente até você...


Shirley Brunelli Crestana

35 COMENTE AQUI:

✿ chica disse...

Tu és inspirada demais!Adorei mais essa e as horas que tocam flauta, focou demais de lindo! bjs, chica, lindo fds!

Jorge disse...

Shirley
Sublime a forma como te exprimes. Gostei muito do tom intimista com que foste desenvolvendo o teu belo poema!

Um beijinho e um excelente fim-de-semana!

lua singular disse...

Bom dia Shirley,
Saudade de você poetisa.
Uma linda poesia e ficar no meio do nada e ter alguém que nos espera até que não é tão ruim.
Adoro suas metáforas
Beijos
Lua Singular

Guaraciaba Perides disse...

oi, Shirley...a solidão inspira pensamentos e desejos de alma que se transformam em linda poesia que mais que ser poesia revelam a personalidade alma encantadora da poeta muito autêntica.
um abraço

Maria Teresa Valente disse...

Esperar é sempre angustiante, Shirley!
Consegues nos envolver nos teus poemas,
que até sentimos o frescor da alfazema!
Obrigada, abraços carinhosos
Maria Teresa

Cidália Ferreira disse...

Lindo e oportuno! Parabéns, amei!!

Beijo e um bom sábado.
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Toninho disse...

Num sábado uma leitura desta é realmente inspirador.
Maravilha de se deixar levar pela quietude do dia e extrair os mais belos sentimentos.
Um show Shirley.
Feliz sábado com paz e alegria e muita poesia.
Meu terno abraço e beijo paz amiga.

Mariangela do Lago Vieira disse...

Oi Shirley!
Fico encantada com tua inspiração, você compõe lindamente!
Amei!
Um bom final de semana!
Beijos,
Mariangela

Dilmar Gomes disse...

Muito bom cara amiga Shirley. Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas um lindo fim de semana.

Solange Duarte disse...

por que estamos sempre tão longe do nosso amor?

bjs.Sol

Célia Rangel disse...

Esse descompasso do tempo e da pessoa amada é terrível sofrimento...
Seu poema diz muito! Tocante!
Abraço

As Mulheres 4estacoes disse...

Poema com cheiro de saudade...
Um abraço, Sônia.

Jossara Bes disse...

Belo poema, querida Shirley!
Ser aroma de alfazema, misturar-se ao vento...
Beijo carinhoso, feliz domingo!

Vera Lúcia disse...


Olá queridoka!

Você é incrível na sua arte toda peculiar de poetar.
E como há gente esperando algo acontecer para ter assunto, não é? Que o diga os jornalistas-rsrs.
E as horas que tocam flauta para espantar moscas vadias? Demais!!

Adorei, amiga!

Recebi a tonelada de flores virtuais que você mandou para mim-rs.
Obrigada pelo carinho! Deixei uma resposta para você lá no meu recanto. Se for curiosa, dê uma espiadinha-rs.

Ótimo final de semana.

Beijo.

Lucinalva disse...

Olá Shirley

Esperar com paciência, eis o segredo. Belo poema. Bjs querida

heretico disse...

vibrante aguarela de ti...

beijo

Patrícia Pinna disse...

Bom dia, Shirley.
Que linda inspiração com riqueza de detalhes.
Aroma bom que chega ao encontro da pessoa amada, ao menos, em pensamento.
Tudo de bom.
Tenha uma semana de paz.
Beijos na alma.

Fábio Murilo disse...

Essa ânsia é constante, essa inconstância, espera de... Nosso ideal que nunca se satisfaz, que nunca de apraz, vive indo atrás do ser perfeito, nosso eleito, na medida perfeita dos nossos anseios, sempre ansiado, buscando, solicitado. Se satisfazer é o final do caminho, é o ultimo gole, e não mais... Deve ser isso. Seres complicados somos nós. (Vai lá no meu blog fiz algo parecido. Parecido digo... É claro não com tanta elegância, esmero nas imagens sutis e palavras da poetisa. Costumo fazer isso, foi mais pra pontuar a coincidência. Beijos, Shirley.).

Elisabete disse...

Parabéns por versos tão encantadores!
Bom domingo.

ReltiH disse...

ESCRIBES HERMOSO!!!
ABRAZOS

Graça Pires disse...

E o aroma de alfazema se espalhou...
Beijo.

O Árabe disse...

No meio do nada, um poema que nos fala de um sonho onde a saudade é tudo. Belo post, Shirley; boa semana!

Laura Santos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Laura Santos disse...

"No meio do Nada", o assombramento de uma tarde cinzenta a prometer chuva, e o desejo de "tudo", neste caso, d'ele, que não vem.
xx

Élys disse...

Como você é inspirada!...Mesmo num dia com gosto de vento insano você escreve esta linda poesia..Beijos.

lua singular disse...

Oi Shirley,
Linda como sempre
Eu vou mudar um pouco as minhas postagens.kkk
Cansei de ser delicada.
Beijos
Minicontista2

tesco disse...

ALFAZEMA
O teu cheiro me incendeia
Ó Sereia;
Lua cheia
Me conduz a teu reduto
Não reluto;
Um minuto
Não se perca em caminho
Ou espinho;
Adivinho
O carinho que me salvas
Sem ressalvas;
Teu guerreiro e teu santo
Teu Orfeu com muito canto
Muito pranto, sim, sou eu,
Este que te ama tanto!

Kisojn!

Maria Rodrigues disse...

As esperas são sempre tão dificeis.
Lindo Poema
Beijinhos
Maria

Tais Luso disse...

"Dia pacato
com gosto de vento insano
de chuva anunciada
de gente esperando um acontecimento
para ter o que falar..."

Incrivelmente criativo! Beleza junto com verdade...
Beijo grande, querida Shirley.

Teca M. Jorge disse...

Grande inspiração, ainda que no meio do nada!

Beijo e amizade.

Cristina Sousa disse...

Esperar doi!
Belo poema.
Um beijo

Celeste Giusti disse...

Devaneios entre real e abstrato, dor e amor, fragrâncias, sentimentos e sonhos..Gostei muito Shirley,, te adoro!

Pedro Luso disse...

Olá Shirley,

O poeta é o dono da palavra e do sonho. Para encontrar o seu amor, viaja numa nuvem de alfazema ou na cauda de uma estrela. Quem poderá compreendê-lo?

Abraços.

O Árabe disse...

Aguardo o próximo post, Shirley. Boa semana!

Odete Ferreira disse...

Eu diria no meio de tudo, depois do tanto que disseste neste encantador poema, amiga!
Grande bjo! :)