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18 de abril de 2015

JÁ NÃO SOMOS PARALELAS


Procuro-te
com a visão interior
e vejo-te sombra
imagem fluida
lânguido
preguiça no tapete.
Vendo-te frágil
cubro-te com a energia
dos átomos e moléculas
e querendo-te perfeito
imagino-te
místico
consciente
inquiridor.
Porém
confesso
não gosto de tuas limitações
dos teus dialetos
-- sei como abarcar todos os idiomas --
busco novas dimensões
quero outra amplitude.
Mesmo assim
não há mal algum
que de vez em quando
eu te procure sombra
no tapete de minha memória.

03/01/2012

Shirley Brunelli Crestana

53 COMENTE AQUI:

✿ chica disse...

Que linda poesia, fala muito...beijos,tudo de bom,lindo fds! chica

José Carlos Sant Anna disse...

Essa luz de dentro é fundamental, Shirley. É um modo sutil de conversar consigo mesmo e com o Outro.
Abraços,

lua singular disse...

Oi Shirley,
Poetiza lindamente, fico pasma com tanta sapiência.
Vou trazer essa energia pra mim
Beijos

Jorge Sader Filho disse...

Hora? Sempre é hora! O tempo não existe na Física e no coração humano!
Beijo.

Cidália Ferreira disse...

Parabéns pelo poema fantástico que nos trouxe!!

Bom fim de semana
Beijos

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Célia Rangel disse...

Sempre muito revelador "o tapete de nossa memória"... Bela metáfora! Edificante!
Abraço.

Carmen Lúcia.Prazer de Escrever disse...

Procurar em um tapete da memória aquele que ficou com sombra,carregando todos os átomos e moléculas da tua energia é aprofundar-se muito dentro d'alma e
vê-lo agora simplesmente como um tapete que recobre essa mente exaustiva.

Muito lindo Shirley.
bjs e um ótimo domingo.
Carmen Lúcia.

Graça Pires disse...

Fazer da memória um tapete de sombras e usá-lo para encontrar a luz...
Beijo.

Guaraciaba Perides disse...

Que belo poema que conseguiu chegar ao infinito onde as paralelas se encontram.
Na dimensão de sua visão interior onde se constrói uma nova realidade.
Um abraço

As Mulheres 4estacoes disse...

Quantas memórias guardamos em nosso mundo interior.
Muito lindo.
Abraços

Ingrid disse...

nossa eterna procura...
faz bem.
beijo e um lindo final de semana.

tesco disse...


Enquanto me procurares
Inda nada está perdido
Mesmo qu'eu tenha mentido
Permaneces em meus mares

Se tomando outros ares
Buscas novas dimensões
As minhas limitações
Não impedem de gostares

De tudo que te atrai
De minhas falas confusas
Minhas ações obtusas
De minha voz que se trai

Sei, sou sombra do que fui
Mas não me deixes deitado
Vivendo só no passado
Tudo na vida evolui

Preciso dessa energia
Que de todo teu ser flui
Meu corpo reconstitui
E só me traz alegria

Não pode ser diferente
Afirmaste, minha bela
Já não somos paralelas
Tudo em nós é convergente!

Kisojn.

lua singular disse...

Oi Shirley,
Passando para lhe desejar um bom sonho
Beijos

gota de vidro disse...


Memória que sempre vem ao de cimo e nos transmite sentimentos sob a forma de fantásticos poemas.

Adorei

Bom domingo

Beijinho da Gota

(CARLOS - MENINO BEIJA - FLOR) disse...

Sua poesia transcende... sempre. Parabéns. beijos.

Elisabete disse...

Shirley, parabéns por este bonito poema.
Bom domingo

Laura Santos disse...

Os teus poemas sacodem-me e envolvem-me. O teu olhar sensível vagueia sobre a luz e as sombras, sobre presente e passado, e conhece e reconhece de facto a grande energia do querer, que na procura integra a dimensão de todos os paralelismos.
Nós queremos amplitude, mas na verdade os homens são de grande "estreiteza"...Fazer o quê?...Se não podemos vencê-los, juntemo-nos a eles...;-)
Belíssimo, e de extrema lucidez, Shirley.
xx

Margarida disse...

Para ler muitas vezes, porque neste poema há muito para pensar... Abraço.

Jorge disse...

Boa noite, Shirley!
Um maravilhoso poema que dá asas à fantasia de memórias que ainda existem e resistem continuando a inspirar-nos.
Bj
J

Vera Lúcia disse...


Olá querida,

A expressão "tapete da memória" ficou chique demais. Adorei isso!
A força do querer nem sempre gera, em outrem, o efeito transformador desejado.

Lindo, Shirley.

Feliz semana.

Beijo.

Toninho disse...

O tempo se aconchega numa penumbra.
Apenas aplaudir minha amiga por tão belo e profundo inspirar nestas memorias insistentes.

Uma linda semana.
Carinhoso abraço amiga.
Beijos

Uouo Uo disse...


thank you

سعودي اوتو

Uouo Uo disse...



thx

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Maria Rodrigues disse...

E no "tapete da nossa memória" vamos procurando o que nos marcou a alma.
Belíssimo poema.
Beijinhos
Maria

O meu pensamento viaja disse...

Amiga, não que isso importe, mas tenho formação académica na área da literatura. Por isso, fui treinada na descodificação da mensagem. Por isso, sou difícil de contentar.Principalmente em se tratando de texto poético.
Porém, o seu, é para mim magnífico, completo, inteiro.
Obrigada por partilhar.
beijo da Nina

José María Souza Costa disse...

Prezada, Shirley

Nenhuma pessoa, conforta-se, com as limitações. O limite, é o fim. O final. O acabado. A alma, sempre alegra-se, e se alegrará, por que sonha com muito mais.
Amei, a sua poética. 10
Abraços

Fábio Murilo disse...

Esses desencontros e contrapontos comumente vão aparecendo a medida que vamos descobrindo o outro. Seus mistérios, vamos penetrando em suas regiões de luz e sombra. Vamos nos assombrando ou nos surpreendendo.

Zilani Célia disse...

OI SHIRLEY!
O FATO DE AMARMOS ALGUÉM, NEM SEMPRE O TRANSFORMA EM NOSSO IDEAL.
BELÍSSIMO TEU TEXTO.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/

Pedro Luso disse...

Belo poema, Shirley, o seu JÁ NÃO SOMOS PARALELAS.
Desejo a você um bom feriado.
Abraços

Carla Ceres disse...

Sei que não tem nada a ver, Shirley, mas seu poema de hoje me fez lembrar de um dos meus gatos que estão me esperando no tapete do além. Os poetas escrevem e os leitores viajam na interpretação. :) Beijos!

CÉU disse...

Quando já não existe paralelismo, sobretudo, afetivo, então o melhor mesmo é ficar no tapete, que graças a Deus, é rolante de nossa imaginação.
Gosto muito do que você escreve. É sucinta, direta, lírica, mas realista.

Um beijo.

SOL da Esteva disse...

Belíssima Poesia, Shirley.
Recordar, por dentro, é reviver sem minimizar o que existiu.
parabéns.



Beijos


SOL

Mariusz from Nowy Sacz disse...

Shirley, seu blog é muito bonito, romântico e apaixonado.
Não pode ser diferente quando se leva uma mulher tão bela,
cumprimentar e beijar :)

Teca M. Jorge disse...

A luz interior é a melhor fagulha para prosseguir... belos versos...
Beijo.

Cidália Ferreira disse...

Passo para lhe desejar uma excelente semana.

Beijos

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Ivone disse...

Lindo, buscar novas dimensões, outra amplitude, mas ao mesmo tempo ficamos presos ao "tapete da memória"!
Amei ler amiga poetisa!
Abraços apertados!

Lu Nogfer disse...

Profundo e inspiradíssimo poema!

Ótima noite!

Beijos

lua singular disse...

Oi Shirley
Passou bem nossa linda poetiza?
Que tenha uma boa noite
Beijos

manuela barroso disse...


É esse o supremo dom do poeta: a dança e contradança das palavras no ballet da imaginação.
Belíssimo Shirley
Beijinho

Cecilia disse...

Belíssima poesia!
Sombra no tapete de minha memória.
Belas palavras em forma de poema!
Adorei conhecer perfeito cantinho poético e tamanha beleza em tudo que faz!
Big abraço.

Nádia Santos disse...

Por vezes as sombras insistem em se fazer vivas... Bela inspiração Shirley. Bjusss

Cecilia disse...

Querida. Muito obrigada pelo carinho e por sua visita. Seja muito bem-vinda sempre!
Forte abraço e estarei seguindo seu cantinho!

Marcia Pimentel disse...

Olá,
Linda a sua poesia!
Você nos encanta com cada palavra que escreve.
Bjo

Élys disse...

Usar a visão interior é sublime e desejar flutuar em novas dimensões mais ainda, porém vez por outra passear pelo tapete da memória, realmente, não há mal algum, creio.

© Piedade Araújo Sol disse...

fazer da memória um tapete de recordações....é muito bom.

que belo poema!

:)

Lilá(s) disse...

Tantos sentimentos transmitidos neste poema! lindo!
Bjs

lua singular disse...

Oi Shirley,
Mais uma inspiradíssima poesia que minha amiga faz.
Eu parei de procurar,"tô veia",kkk
Beijos

lua singular disse...

Oi Shirley,

A tristeza, o sorriso, a raiva nos trazem muitas rugas, mas apesar de tudo que passamos não tenho muitas rugas.
Vou lhe mandar uma foto por e-mail.
Beijos

O Sibarita disse...

Em sendo assim, dona moça! kkkk

Eu ia escrever no dialeto baianês, mas, como já sabes todos, vou na amplitude e dimensões que exploram os quereres, tão assim, bem assim... kkkk

Belo poema!

O Sibarita

Ricardo- águialivre disse...

(...)
" No tapete de minha memória "

Simplesmente do mais poético que já li. Um poema maravilhoso que termina de uma forma sedutora cheio de amor e fantasia. Lindo mesmo
.
Desejo um bonito e feliz fim-de-semana para todos
Estou por aqui:
http://pensamentosedevaneiosdoaguialivre.blogspot.pt/

ReltiH disse...

MUY DISIENTE TU POESÍA.
ABRAZOS

Blog de Ana Marly Jacobino disse...

Passei para ler sua poesia, conhecer seu blog e agradecer a visita que fez ao meu e ao querido Poeta Mario Quintana. aipiracicabANA marly de Oliveira Jacobino

EU disse...

É bom poder evocar algo mesmo que seja "sombra".
Gostei imenso.
BJO :)