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26 de abril de 2014

AUDITORIA


Ontem
tomei difícil atitude
rasguei o passado
e entrei em luta corporal
com as lembranças.
Ardia no sangue
essa decisão pendente
e maldita.
Não dependia de mim
tudo muda
mudei.
Chegou a hora
de tomar outra direção
 de querer outro abrigo...
Fiz georreferenciamento da alma
e me surpreendi
 vejo que perdi muito
enquanto estive contigo...


Shirley Brunelli Crestana

19 de abril de 2014

DESEJOS


A consciência me cobra
o tempo me leva
o mundo me prende
com cadeados de resignação
 me envolve com ruídos confusos.
Apesar da energia telúrica
tento compreender
a sutileza da alma
as leis supremas da vida.
Quero cadência
sintonia
 milagre
que transforme
 o ser humano em anjo.
Contemplativa
deixo-me ficar represada
entre paredes de chuva
a sonhar com uma bússola
voltada para o infinito
que me conduza
para além das estrelas...


Shirley Brunelli Crestana

12 de abril de 2014

É CHEGADA A HORA


Ares de forasteiro
imprevisível
vento rumor pecado
a se esgueirar na pele
a rondar a mente desprotegida.
Como fugir de intenção selvagem
que agrilhoa os sentidos
e ameaça a integridade do existir...
Casa vazia
tristeza faz morada
cenário obscuro dor agonia...
Se já não me queres
deixa-me ir embora
assina logo a minha carta de alforria.


Shirley Brunelli Crestana

5 de abril de 2014

POEMA SEM NEXO


Os pingos da chuva martelam
 um lado do meu cérebro.
A janela está 
à direita
à deriva
a lançar palavras
soltas
incoerentes
atônitas
confundindo neurônios.
Sílabas aprisionam metáforas
e para irritá-las
inventam cacófatos.
Vocábulos ávidos
rodeiam a caneta estéril
e eu
 mesmo sonolenta
 possuo senso e sabedoria
para dizer que este poema
está carente de poesia.

Obs.- Sei que alguns amigos não conseguem, às vezes, como eu também, abrir a página dos comentários. Pois bem, descobri como fazer isso: Ao acessar um blog, se os comentários não abrem, é só minimizar o tal blog e eles aparecem. Tem dado certo. Beijos!

Shirley Brunelli Crestana