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27 de fevereiro de 2013

MORTE DO POEMA



Sobre a mesa fria
agoniza o rascunho de um poema.
Não importa se nuvens sonâmbulas agouram
sobre suas palavras sem métrica e sem rima.
Penetrante
é o odor fúnebre das rosas exuberantes
do vaso que espreita no canto da desesperança.
Com gosto de insônia
a eternidade marca presença
e não impede que uma dor indefinível
escape do meu olhar ausente...
Agora
necessito ser perdoada
pelo som do relógio e pela luz das estrelas
por abandonar à própria sorte
a poesia inacabada...


Shirley Brunelli Crestana

20 de fevereiro de 2013

NA GRAMA DO JARDIM


Por alguns instantes
vejo o dia desfalecer no horizonte
e depois repousar suavemente
nos braços ternos da  noite.
Dentro de mim
tudo se cala
mas
o silêncio não me apavora...
Meu bem
vem ter comigo na grama do jardim
vem ver
a inebriante luz da lua
que flutua no universo.
Vem depressa
quero te ver
antes de findar este último verso.


Shirley Brunelli Crestana

13 de fevereiro de 2013

PRENÚNCIO DE CHUVA



Nesse domingo
o céu amanheceu escuro
bisbilhotando os meus sentimentos
e deixando apreensivo o verde do abacateiro.
Um quadro indiscreto e cinzento
instalou-se na janela
embaçando o meu olhar.
Quisera voar nesse vento
com essas asas sem cor
como um pequeno pássaro
com toda inocência e calma...
Sim
hoje vai chover
fora e dentro de minha alma.


Shirley Brunelli Crestana

5 de fevereiro de 2013

AS LUZES DE UM AVIÃO



As luzes de um avião
riscam timidamente o céu
as estrelas riem
o silêncio nem percebe...
Tento localizar um grilo
que não sei de onde
parece furar a escuridão
e minha sensibilidade.
De repente
escapa-me a consciência
de todas essas coisas...
Porque pressinto tua vibração
percebo os teus passos
ouço a tua voz
sinto os teus braços...


Shirley Brunelli Crestana